Você já teve aquela conversa técnica que foi tão produtiva, tão cheia de insights valiosos, que você pensou: “Eu não posso deixar isso se perder no histórico”?
Pois é. Ultimamente, tenho mergulhado fundo na modernização do nosso ERP Varejista. Estamos falando de Delphi 13, otimização extrema com Firebird 5, refatoração de legados e implementação de padrões arquiteturais robustos. E, nessa jornada, encontrei um parceiro de pair programming incansável: o Gemini.
As discussões que temos tido não são sobre o básico. Não estamos falando apenas de sintaxe ou de “como centralizar um botão”. Estamos debatendo engenharia de software pura:
- Como implementar Connection Pooling real em aplicações Desktop?
- A “magia” por trás do Fetch on Demand do FireDAC.
- Estratégias de Isolamento de Transações para acabar com deadlocks.
- Quando usar (e quando não usar)
TFDMemTablevsFDQuery.
Percebi que o nível dessas conversas é alto demais para ficar guardado apenas no meu computador. Cada prompt que envio e cada resposta detalhada que recebo formam um guia prático de sobrevivência e evolução para qualquer desenvolvedor Delphi moderno.
É com muito orgulho que anuncio a nova categoria do blog: “Conversando com o Gemini”.
A proposta é transparente e direta: vou compartilhar, na íntegra, os meus desafios reais (os prompts) e as soluções arquiteturais propostas pela IA (as respostas). Vamos falar de muitos assuntos e tecnologias diferentes.
Não espere teoria rasa. Espere código, refatoração de cenários reais e explicações profundas sobre o “porquê” de cada decisão técnica. É a união da experiência de campo com a capacidade analítica da Inteligência Artificial.
Se você quer ver como o Delphi pode (e deve) ser utilizado em sua potência máxima, longe dos vícios do passado, convido você a acompanhar essa série. Vamos elevar a régua do desenvolvimento Delphi no Brasil.
